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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Carta Internacional publica artigo "Fome e Relações Internacionais: uma agenda oportuna para o Brasil", do FomeRI

O periódico Carta Internacional, editado pela Associação Brasileira de Relações Internacionais, publicou o artigo do prof. Thiago Lima, intitulado "Fome e Relações Internacionais: uma agenda oportuna para o Brasil". O artigo resulta das pesquisas do docente junto ao FomeRI (Grupo de Pesquisa sobre Fome e Relações Internacionais) da UFPB.

Resumo: Argumenta-se que Fome e Segurança Alimentar são temas pertinentes para a análise sob o prisma das Relações Internacionais. A produção da comunidade nessa área é muito pequena, apesar de haver forte justificativa para estudo, tanto pelo ângulo do valor intrínseco do ser humano, quanto pelos ângulos teórico e político.

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Clipping FomeRI (7/dez/14 a 13/dez/14)

Nesta série de posts selecionaremos links importantes de reportagens, artigos científicos ou textos de blogs sobre o assuntos relacionados a fome, a segurança alimentar e nutricional, e as Relações Internacionais.


Relatório Panorama of Food and Nutritional Security in Latin America and the Caribbean 2014. Fonte: FAO, 2014. 

BRASIL

  • Esta semana o Portal Brasil registrou um pronunciamento da Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à fome, Tereza Campello. Trata-se de um pronunciamento sobre os resultados do país no combate a fome e pobreza. Porém, chama a atenção outros trecho de seu pronuncimento, como quando revela que a conquista foi resultado do aumento da produção de alimentos para a população e pelo aumento da renda dos mais pobres. Vide reportagem completa aqui.
  • Esta semana a FAO publicou um relatório regional sobre segurança alimentar na América Latina. A imprensa brasileira destacou sobre a proximidade de alcance da meta e os feitos do Brasil. Vide reportagens do EXAME, do R7 e do Reuters-Brasil
  • O Brasil está presente no concurso “Thought For Food” (TFF), que tem por objetivo premiar ideias que garantam a segurança alimentar mundial nas próximas décadas. A equipe é formada por 5 graduandos da USP que trabalham com o melhoramento genético da soja. Vide mais detalhes aqui.


INTERNACIONAL
  • Continuando a tratar do tema da fome no Reino Unido (citado no clipping passado), esclarecemos que o assunto surgiu com a publicação de um estudo feito por uma equipe do parlamento inglês que analisava a situação da insegurança alimentar.
  • Ainda na América Latina, temos o retrato da Guatemala divulgado pela FAO: com 2,2 milhões de em estado de insegurança alimentar.
  • A crise separatista ucraniana causa consequências para os habitantes e enfermos nos hospitais, a falta de alimentos já gera mortes, como identificado aqui.
  • E o problema dos refugiados sírios está exigindo um esforço global para alimentar mais de 1,7 milhões de pessoas. O World Foor Program (WFP) estimou que é necessário mais e 64 milhões de dólares para isso, entretanto a ajuda foi reduzida, e infelizmente, a situação tende a se tornar mais crítica com a falta da assistência alimentar. Veja mais informações no NY Times, Washington Post e no The Guardian.
  • Outro importante relatório foi divulgado esta semana, e seu título já evidencia a defesa da igualdade de gênero e importância de ações do tipo no combate à insegurança alimentar: Report “When Women Flourish... We can End Hunger” e mais sobre o assunto aqui.
  • Houve nesta semana um encontro de dez países da América do Sul, em Brasília, para tratar do projeto de integração das cadeias produtivas da região, criando uma cadeia integrada insumo-produto de setores como alimentos, produtos químicos, plástico e indústria automotiva. A iniciativa aprofundaria a integração regional e atrairia investimentos para a região, contribuindo com o desenvolvimento dos 10 países do projeto. Veja mais informações na reportagem do ICTSD.


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    segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

    Clipping FomeRI (30/nov/14 a 7/dez/14)

    Nesta série de posts selecionaremos links importantes de reportagens, artigos científicos ou textos de blogs sobre o assuntos relacionados a fome, a segurança alimentar e nutricional, e as Relações Internacionais.

    José Graziano da Silva, Diretor-Geral da FAO, na cerimônia de homenagem em Roma aos 12 países com resultados satisfatórios no combate a fome, realizada domingo dia 30/11.


    Brasil

    • A imprensa nacional noticiou a cerimônia de reconhecimento da FAO destacando o reconhecimento do país. Vide reportagens do Exame e da Agência Brasil.
    • A VEJA segue reportando a situação de crise alimentar na Somália, e esta semana reportou que 4 milhões de pessoas se encontram em situação de calamidade e que a situação pode ser fatal para mais de 750 mil pessoas.

    Internacional
    • Exemplo de uma comunidade que venceu desafios e problemas decorrentes da insegurança alimentar com diretrizes da FAO. O que mostra que ações como esta necessitam além de políticas públicas, mas ações conjuntas da comunidade. 
    • Para se aprofundar no como os problemas ambientais interferem – tanto ou mais do que fatores políticos – uma reportagem e uma publicação atualizam os aspectos envolvidos. Primeiramente, uma síntese de uma especialista que além de mostrar dados, indica bibliografias sobre o tema. E em segundo lugar, esta semana foi lançado o relatório da FAO sobre as mudanças climáticas.  
    • Esta semana os temas de agricultura familiar e agroecologia foram novamente evidenciadas por grandes veículos de mídia como meios de solução para a insegurança alimentar, como aqui ou aqui.


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    quinta-feira, 23 de outubro de 2014

    Cooperação internacional, assistência alimentar e política externa brasileira

    A Revista de Estudos Internacionais da UEPB publicou o artigo "Cooperação internacional, assistência alimentar e política externa brasileira", elaborado pelos pesquisadores do FomeRI, Flávia Belmont, Atos Dias e Thiago Lima.

    Resumo do artigo

    O Brasil, a partir dos anos 2000, começou a visar a sua consolidação como doador pleno na cooperação Sul-Sul, principalmente no que tange à cooperação técnica. O Estado brasileiro, porém, enfrenta problemas sérios relacionados à injustiça social, à pobreza, à corrupção e à infraestrutura. Uma das perguntas mais recorrentes e que suscita discussões acaloradas é a seguinte: o que justificaria o interesse do Brasil em cooperar internacionalmente ao invés combater os problemas internos? Ao lidar com essa pergunta, o trabalho proposto abordará as diferentes formas de cooperação internacional do Brasil, com ênfase na cooperação agrícola e alimentar.

    Acesse o artigo completo aqui.

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    quarta-feira, 17 de setembro de 2014

    Publicado o Relatório "The State of Food Insecurity in the World 2014" da FAO


    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura divulgou hoje o relatório "The State of Food Insecurity in the World 2014". O documento constatou que a fome no mundo diminuiu. O número de famintos passou de 842 milhões em 2013 para 805 milhões em 2014.


    Embora a diminuição da fome tenha se acelerado, algumas regiões ficaram para trás. A Ásia é onde vive o maior número de desnutridos: 526 milhões de pessoas.

    O relatório inclui também sete estudos de caso: Bolívia, Brasil, Haiti, Indonésia, Madagascar, Malawi e Iêmen.

    Com relação ao Brasil, o estudo aponta que esforços iniciados em 2003 resultaram na elaboração de políticas que efetivamente reduziram a pobreza e a fome. O relatório cita o Programa Fome Zero como uma das principais ferramentas responsáveis pelos resultados positivos constatados no país.

    Link para acesso ao relatório completo: http://www.fao.org/3/a-i4030e.pdf





                                                                                                                                                Por Atos Dias
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    quarta-feira, 30 de julho de 2014

    Entrevista sobre o Fomeri no Espaço Experimental, programa de Radiojornalismo da UFPB

    O prof. Thiago Lima concedeu entrevista sobre o Fomeri para o "Espaço Experimental", programa do Laboratório de Radiojornalismo do curso de Comunicação Social da UFPB. Foram abordados os objetivos do grupo e as principais agendas de pesquisa.

    A entrevista foi realizada em dezembro de 2013, mas o link para o programa só foi disponibilizado agora. Fica o registro.

    Confira a entrevista aqui.
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    sexta-feira, 16 de maio de 2014

    Estudo da Oxfam avalia a Cooperação Humanitária Brasileira e seu potencial em crises alimentares





    A Cooperação Internacional Brasileira (CIB) tem aumentado significativamente desde os anos 2000, principalmente no que se refere a temas de segurança alimentar. Com um destacado foco Sul-Sul, a Cooperação fornecida pelo país concentra-se em políticas de desenvolvimento e, em alguns casos, em ajuda alimentar para crises humanitárias. Mesmo no caso da Cooperação Humanitária Brasileira (CHB) o salto foi expressivo: de aproximadamente USD 1,15 milhão em 2005 para cerca de USD 87 milhões em 2009, valor este que representou 12% dos gastos brasileiros com Cooperação Brasileira para o Desenvolvimento Internacional (CBDI) (dados do relatório que está na íntegra, abaixo).

    A Oxfam, renomada ONG transnacional que lida, entre outras coisas, com Direitos Humanos, publicou estudo no qual se avalia as possibilidades de o Brasil assumir um papel mais ativo em crises humanitárias, justamente em questões relativas à insegurança alimentar.

    Internamente, sabe-se que a política brasileira de combate à Fome preza pela ação em duas frentes: a estrutural e a emergencial. Na primeira, busca-se modificar as condições de fundo que mantém as pessoas em condição de insegurança alimentar. Na segunda, objetiva-se fornecer recursos imediatos para saciar a fome vivida.

    O relatório, porém, afirma que as ações brasileiras no plano internacional são muito mais voltadas para a primeira via, e que seria oportuno e proveitoso que o Brasil se engajasse mais na segunda. O relatório da Oxfam tem, inclusive, o objetivo de avaliar a possibilidade de aprofundar a cooperação entre a ONG e o governo brasileiro.

    No que toca à primeira via, a estrutura, de desenvolvimento, o relatório conclui que o Brasil não direciona sua Cooperação internacional para os países mais pobres e vulneráveis, pois os projetos seriam muito influenciados por questões de política externa e de interesses econômicos.

    Por isso, argumenta o relatório, seria importante o Brasil agir multilateralmente. Um dos pontos interessantes do relatório é que o Brasil não faz parte da Convenção sobre Assistência Alimentar, que é um arranjo multilateral por meio do qual os países se comprometem com um mínimo de doações de alimentos e de dinheiro, além de realizar as operações de assistência seguindo os princípios da Convenção.

    O relatório examina a formulação da política de cooperação alimentar brasileira e conclui que o processo é marcado por contradições e falta de estrutura adequada, o que prejudica a implementação de diretrizes mais coerentes. Para corrigir esses problemas, recomendações diversas e abrangentes são feitas, desde o marco legislativo, passando pela estrutura burocrática até a participação em arranjos multilaterais internacionais.

    O texto indica as formas como a Oxfam poderia agir para influenciar as reformas numa direção defendida pela organização. Entre as formas, destaca-se a promoção de discussões entre agentes da sociedade civil nacional e internacional, de organizações internacionais e do governo brasileiro, ancorada nos casos de sucesso da ONG no exterior. Para a Oxfam, que estuda criar uma Oxfam Brasil, o posicionamento do governo brasileiro nos foros internacionais e no exercício da cooperação humanitária pode ser um reforço de peso aos seus objetivos.



    Confira o relatório completo abaixo:


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    domingo, 2 de junho de 2013

    FAO promove a lei de segurança alimentar


    A FAO pressiona o governo de El Salvador pela aprovação de uma Lei de Segurança e Soberania Alimentar. Segundo os dados da FAO a população deste país possui um alto nível de subnutrição, em que 1 a cada 5 pessoas apresenta desnutrição. Percebe-se que o problema não é a insuficiência de alimentos, porém a questão da acessibilidade, já que grande parte da população é de baixa renda. Nesse contexto a aprovação de uma lei de segurança alimentar é essencial para garantir a acessibilidade aos alimentos.

    A FAO acredita que os seguintes elementos devem conter em uma lei de segurança alimentar: o direito das pessoas a uma alimentação adequada; fornecer as pessoas os meios financeiros para o acesso à alimentação; promover a agricultura orgânica para reduzir as importações de alimentos e procurar baixar o preço dos alimento para que as pessoas tenham mais acesso.

    Fonte: http://www.rlc.fao.org/es/paises/el-salvador/noticias/seguridad-alimentaria-y-nutricional/?utm_source=twitter&utm_medium=social%20media&utm_campaign=FAOnews&utm_content=ac

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    quinta-feira, 30 de maio de 2013

    Marcha mundial contra a Monsanto leva às ruas milhares de pessoas em 52 países




    Foto de Balafenn Unvezh. Retirado do site: www.mst.org.br

    Milhares de pessoas de 52 países foram às ruas pressionar a rotulagem de alimentos processados que contenham algum tipo de ingrediente transgênico. O protesto, ocorrido no dia 25 de maio, tinha como alvo principal a multinacional norte-americana Monsanto, uma das líderes mundiais em desenvolvimento e produção de sementes modificadas geneticamente. Com o uso do slogan “É meu direito saber”, os manifestantes defendiam que sementes estão sendo transportadas pelo vento, causando a contaminação de lavouras convencionais e orgânicas.[1]

    Em uma página na internet intitulada March Against Monsanto, publicada em pelo menos quatro idiomas diferentes, os ativistas justificam suas reivindicações  que vão desde problemas de saúde causados pelas sementes modificadas a acusações de favoritismos políticos[2].

    Uma semana antes, o senado dos Estados Unidos havia rejeitado por maioria uma ementa que requeria a rotulagem, parecendo ceder ao lobby da Organização das Indústrias de Biotecnologia, que incluem não só a Monsanto, mas também a DuPont Pionner, a  Syngenta, entre outras. Neste caso, o argumento é de que a identificação obrigatória poderia confundir os clientes, levando-os a acreditar que os produtos não são seguros.

    No Brasil, o evento trouxe repercussão. O MST, por exemplo, manifestou sua opinião quando afirmou que “a Monsanto é responsável pela perda de diversidade das culturas no campo, substituindo as sementes crioulas pelas transgênicas, exigindo royalties dos produtores que utilizam a tecnologia; pelo uso intensivo de agrotóxicos; pelo monopólio de mercado dos alimentos e por sufocar estudos e pesquisadores que apontam malefícios à saúde advindos do cultivo de transgênicos” [3].

    Do mesmo modo, João Paulo Amaral, pesquisador da Idec, defendeu que uma das ideias da marcha é a exigência de uma alimentação mais justa e sustentável. Para ele, o sistema atual está nas mãos de empresas como a Monsanto, não permitindo uma distribuição mais equilibrada dos alimentos e nem de uma agricultura inclusiva [4].

    Em defesa, a Monsanto assegura que suas sementes possibilitam maior produtividade agrícola em uma mesma área plantada, o que conserva os recursos naturais como água e energia.

    Apesar das acusações, ainda não existe uma série histórica que comprove que as alterações genéticas possam levar a problemas de saúde ou ao meio ambiente. No entanto, outras questões merecem reflexões, como por exemplo, o impacto dos produtos transgênicos no mercado e seus efeitos nas pequenas produções agrícolas que ainda não possuem acesso à essa biotecnologia.
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    terça-feira, 28 de maio de 2013

    Brasil aumenta sua contribuição para a FAO

    O governo brasileiro anunciou que vai aumentar sua contribuição para o orçamento regular da Food and Agriculture Organization (FAO) em aproximadamente 15 milhões de dólares para o biênio 2014-2015. O repasse brasileiro para o biênio anterior teria sido de cerca de 16 milhões de dólares. O aumento pode ser mais um sinal de que o governo brasileiro está engajado em posicionar o país como um líder internacional em assuntos agroalimentares e de segurança alimentar [1].

    Além do recente aumento nos recursos regulares para a FAO, o Brasil elevou significativamente suas doações em espécie para as operações de emergência do Programa Mundial de Alimentos (PMA) nos últimos anos. Entre 1999 e 2006, por exemplo o país não havia realizado nenhuma contribuição para o PMA, mas terminou 2011 com mais de 20 mil toneladas de alimentos doados [2].

    Outro elemento que reforça a posição do Brasil foi a eleição de José Graziano da Silva para Diretor-Geral da FAO em 2011. Graziano foi Ministro Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome no governo Lula, onde comandou o Programa Fome Zero. A experiência brasileira no combate à fome está agora sendo levada à África por meio do Purchase for Africa from Africans, um projeto inspirado no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), integrante do Fome Zero [3].

    O orçamento regular da FAO para o biênio 2012-2013 é de 1,005 bilhão de dólares. Além desses recursos previstos pela contribuição dos Estados membros, a agência espera coletar cerca de 1,4 bilhão de dólares em doações voluntárias adicionais. 

    Parcela de contribuição para o orçamento regular da FAO

    Membro
    2014-2015
    2012-2013
    1
    Estados Unidos
    22,000
    22,000
    2
    Japão
    10,892
    12,590
    3
    Alemanha
    7,180
    8,056
    4
    França
    5,623
    6,152
    5
    Reino Unido
    5,207
    6,636
    6
    China
    5,176
    3,204
    7
    Itália
    4,472
    5,023
    8
    Canadá
    3,000
    3,222
    9
    Espanha
    2,989
    3,192
    10
    Brasil
    2,950
    1,619
    11
    Rússia
    2,451
    1,610
    12
    Coreia do Sul
    2,271
    2,005
    13
    Austrália
    2,085
    1,942
    14
    México
    1,852
    2,367
    15
    Holanda
    1,663
    1,864
    16
    Turquia
    1,335
    0,620
    Fonte: Elaboração própria a partir de da Comissão de Finanças da FAO [4]

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